Peço mil desculpas por mudar de endereço mais uma vez, mas acredito que a mudança seja para melhor.
Acabei de estrear o blog no Portal O Tempo. É um grande portal de notícias de Belo Horizonte, a minha terrinha, e esta será uma oportunidade de mostrar o Meu Japão para muitas outras pessoas.
Espero que todos vocês, leitores antigos e novatos, me acompanhem! O endereço mudou, o blog não ; )
Aguardo os pitacos por lá: http://www.otempo.com.br/blogs
25 respostas Até agora ↓
Noturno // setembro 9, 2009 às 12:08 am
Pode deixar que eu vou lhe acompanhar por onde você for Karina, (menos no twiter¬¬) porque já me viciei no seu blog, boa sorte nessa nova empreitada.
Cristiane // setembro 9, 2009 às 9:11 am
Oiie,Karina tudo bom estava passando pela neet pesquisando sobre veloxes furiosos ai fui para no seu blog!!
sou brasileira e tbm sou apaixonada pelo japãp quando foor maaior voou juntar as rooupás e ir para Tokio e o que meu coração maanda eu faazer ,e seenpre siigo ele naas miinhas deecisões!!
maas tokio e uma cidade maravilhosa eu fiquei doida com a Historia da Japonesa que tinha dois namorados!!
aki no brasil ela iria sofrer um Preconceito mas é!! beijo Karina e parabéns pelo seu trabalho!!
madoka // setembro 9, 2009 às 10:41 pm
é isso aí, casa nova, vida nova.
que foto linda heim? dá até um certo medo dessa ponte aí, tão imponente, e a gente tão pequenininha perto dele né.
beijão e sou leitora cativa
madoka
Eurico // setembro 10, 2009 às 10:42 am
O suicídio é o maior produto de exportação do Japão?
Já que o suicídio está bem incorporado nos padrões comportamentais japoneses, a prevalência do suicídio não é assunto negligenciável. As últimas estatísticas da Agência de Polícia Nacional Japonesa diz que o número em 2003 chegou a 34.427 (27,0 por cada cem mil habitantes). De acordo com o Ministério da Saúde e do Trabalho Japonês, depois da segunda guerra mundial, o Japão passou por três ondas de suicídio. A primeira onda teve seu ponto mais alto em 1958, com 23.641 mortes; a segunda alcançou o máximo em 1986 com 25.667 mortes. Atualmente, estamos no meio da terceira onda, que começou em 1998. Estas ondas são observáveis não somente em termos do número, mas também em termos da taxa por cada cem mil habitantes.
A alta taxa de suicídio no Japão também tem sido assunto de muitas discussões. Muitas coisas foram observadas em relação a estas estatísticas, mas as características do gênero são particularmente merecedoras de nota. As estatísticas de suicídio claramente mostram que os homens cometem mais suicídio que as mulheres, e esta característica está sendo acentuada ultimamente.
O novo fenótipo
Porque nós estamos em uma “nação de suicídio”, o assunto do suicídio periodicamente volta à tona, graças à mídia que se aproveita para debater este assunto quando não há outros mais interessantes. Em meados dos anos 80, nós tivemos uma vasta cobertura do suicídio devido ao ijime (ser abusado por colegas mais velhos ou mais fortes) entre crianças de escola. Outras vezes, nós observamos jovens suicidas seguindo o exemplo de seu ídolo depois da cobertura massiva da mídia do suicídio de alguma figura carismática. Toda vez que a imprensa dá cobertura a tais incidentes com detalhadas informações, algumas pessoas imitam o suicídio. É como se as razões e os métodos do suicídio tivessem sido sugeridos pelo discurso da mídia.
E a mesma coisa pode ser dita sobre as reportagens recentes sobre os pactos de suicídio ligados à Internet. Ao navegar pela database do Asahi Shinbun, um importante jornal japonês, usando palavras chave como “internet” e “suicídio”, pode-se descobrir que um incidente específico de pacto suicida primeiro ocorreu em outubro de 2000, mas foi noticiado sob a costumeira manchete de Shinjyuu. Embora as vítimas mal se conhecessem, suas histórias não mereceram a continuação da reportagem em dias subseqüentes. Em fevereiro de 2003, outro pacto suicida foi noticiado, e se tornou um marco para os pactos de suicídio pela Internet no Japão, devido à extensa cobertura jornalística. O artigo falava de um jovem e duas mulheres que se encontraram na Internet, e se mataram com gás, usando “briquetes.” O Asahi Sinbun e outros órgãos da imprensa continuaram fazendo reportagens com histórias novas a cada dia. Alguns outros pactos de suicídio com briquetes ocorreram em março, e foram seguidos por incidentes ocasionais do mesmo tipo até os dias atuais.
Belo Japão! Um país tão rico, mas pobre de espírito! um povo sem alma, sem amor pela vida! Japão, é a terceira potencia economia do mundo, mas a qualidade de vida é inferior à da Italia.
Eurico // setembro 10, 2009 às 10:49 am
Um milhão de jovens japoneses
vivem trancados em seu quarto
Para os jovens que moram com a família, o quarto costuma ser uma extensão da personalidade, o “esconderijo” que lhes permite ficar horas isolados, falando ao telefone, ouvindo música, vendo TV, surfando na internet ou simplesmente sonhando. No Japão, esse hábito tão comum produziu uma variante perversa – um contingente que permanece recluso no casulo doméstico não apenas por algumas horas, mas por meses e até anos a fio. Estima-se que mais de 1 milhão de japoneses entre 16 e 30 anos, 80% deles do sexo masculino, vivam nessa situação, já classificada como doença pela literatura médica japonesa. Eles são chamados de hikikomori, palavra que significa “recluso” ou “isolado da sociedade”.
Sustentados pelos pais, os hikikomoris dormem a maior parte do dia e ficam acordados à noite para evitar contato com as outras pessoas da casa. Passam o tempo vendo TV, jogando games ou navegando na internet. Aproveitam a madrugada para rápidas visitas a lojas de conveniência para comprar comida e revistas. O contato social quase sempre se resume a relacionamentos virtuais com pessoas que não conhecem. É fato que alguns sofrem de doenças como depressão e esquizofrenia, mas a grande maioria não demonstra sinais de desordem psíquica ou neurológica. Eles simplesmente querem se isolar do mundo.
Na opinião de psiquiatras japoneses, esses eremitas modernos são vítimas dos próprios costumes do país. No Japão, os jovens sofrem imensa pressão para obter sucesso nos estudos e para se moldar às normas no trabalho e na sociedade. Os hikikomoris são aqueles que não agüentam a pressão e preferem retirar-se da comunidade a competir com os outros. Como expressar os sentimentos é um comportamento malvisto entre os japoneses, eles também preferem guardar para si suas angústias. Aos olhos de um brasileiro causa espanto o fato de os pais desses jovens compactuarem com eles no isolamento. Mais uma vez, pesam aí os costumes. Numa sociedade que prega a homogeneidade, os pais acham melhor esconder os filhos em casa do que expor publicamente sua incapacidade de adaptação.
“Se você tem um filho que destoa da média, isso é motivo de grande vergonha”, diz a psicóloga japonesa Kyoko Nakagawa. “Por isso, os pais preferem ocultar o problema e não tomar nenhuma atitude para não se sentir humilhados.” Por enquanto, a tarefa de ajudar os solitários tem sido realizada por redes de voluntários, muitos deles pais de hikikomoris. Para o psiquiatra japonês Tamaki Saito, é preciso mais do que isso para solucionar a epidemia de reclusão social. “Uma sociedade que abandona os fracos e só valoriza os fortes não é uma sociedade de verdade.”
Esse é o Japão que ninguem divulga, um país rico, mas culturalmente doente, alienado, suicida.. Por que todos asiaticos, chineses, coreanos, filipinos, indonesios, tailandeses e australianos detestam os japoneses? Coisa boa não deve ser!
Karina Almeida // setembro 10, 2009 às 11:45 am
EURICO,
esse não é o japão que eu divulgo mas muitas pessoas, assim como você, divulgam esse japão sim.
no meu caso, eu mostro o japão que eu vejo, que eu convivo. não sou historiadora, sociológa, nada disso. eu não estudo o japão, apenas vivo aqui.
e pelo meu blog dá para ver que eu vivo num japão muito legal. um país bonito, limpo, organizado, seguro, onde os serviços são de primeira qualidade. e, felizmente, tenho muitos amigos japoneses maravilhosos, que eu adoro.
mas, claro, o blog é sobre o japão e acho saudável receber comentários de diferentes pontos de vistas. acho bacana os leitores levantarem questões que eu não levanto.
por outro lado, espero que compreendam o meu ponto de vista. mostro o meu japão. aquele que faz parte da minha vida.
esse japão super legal, que eu decrevo no blog. sei que não é o mesmo japão de muitas outras pessoas. cada um tem a liberdade de mostrar o que vê, o que pensa né ; )
Alessandro // setembro 10, 2009 às 2:36 pm
e o feed do novo blog??
pq eu so leio pelo google reader vc sabe né sem tempo para ficar indo nos blogs
os blogs q venham ate a mim
jeferson // setembro 11, 2009 às 6:58 am
nossa, vou sentir saudades desse blog , é lógico que vou te acompanhar no outro endereço.
Anônimo // setembro 11, 2009 às 6:58 am
@Eurico
) .
Cara eu li 5 linhas do que vc disse e sinceramente não passa de enxeção de linguiça. Você poderia fazer uma matéria para um jornal/revista com esses seus argumentos, imagina só: “O Japão sem alma” , daria até prêmio. Só não publica esse tanto de linhas sobre o Brasil que é atentado ao governo (a não ser que vc trabalhe com o datena
@Karina
Eu discordo sobre esses tipos de “ponto de vista”, quando vc lê um blog vc viaja com ele, tenta sentir a mensagem que o post passa e isso que é legal. Comentários que “tiram” essa magia são completamente ridículos e sem fundamento.
Bom,
mudando de assunto, vamos ao novo blog!
marcelo // setembro 11, 2009 às 9:02 am
Acabei de descobrir o blog. Muito bom. Tenho uma loja chamada Japonique em São Paulo, e um blog: http://www.japonique.com.br
Abraço e boa sorte.
Caruso // setembro 11, 2009 às 9:43 am
Que maneiro Karina! Fico feliz que tenha mudado de endereço. Não pelo fato de mudar simplesmente, mas sim porque acredito que você ganhará muito com isso! Imagino o quanto deve ser gostoso escrever para um meio da nossa própria casa, nossa terrinha! Parabéns por mais essa conquista! Qto aos comentários sobre um Japão diferente do seu, eu acho que é perfeitamente normal que apareçam. Cada pessoa tem uma vivência e um ponto de vista diferente. Se o cara é infeliz na Coreia, ele vai falar mal da Coreia. Se o infeliz se der mal na Groelândia, ele vai marretar a Groelândia tbm! Mas se um outro alguém for super feliz na Faixa de Gaza… ele vai falar bem de lá!! Tudo depende da vivência e da cabeça de cada um. Qualquer país do mundo tem lá suas virtudes e defeitos. Japão, Brasil, Estados Unidos, China, Indonésia, Filipinas, Tailândia, Austrália…NÃO existe país perfeito! Mas por favor, não mude o Japão que você mostra no seu blog! As pessoas NÃO precisam e NÃO devem pensar todas iguais e terem a mesma opinião sobre um mesmo país!! Quem gosta, gosta, quem não gosta, que monte outro blog ora!! Parabéns mais uma vez pela conquista!
Cris Fonteles // setembro 11, 2009 às 10:12 am
Eurico não é só o Japão que têm problemas com jovens todos os países do mundo tem.
Cris Fonteles // setembro 11, 2009 às 10:25 am
Eu entrei no blog da Karina pq ela divide conosco a vida dela no Japão.Sinto como se a conhecesse.Deve ser pq ela escreve de um jeito que nos faz sentir como se nos que morassemos no Japão tb.Ela escreve de um jeito informal que nos facilita entender.Ela não só fala da vida dela no Japão como ela nos mantem informado contando tudo o quê acontece no Japão.O blog dela é de utilidade pública,rsrsrs.Mas é verdade,pra nós que temos o sonho de morar no Japão esse blog é MARA.Quando leio esse blog é como se eu que morasse aí,não dizem que quem lê viaja?então viajo em meus pensamentos de um dia morar aí,não sei se vou conseguir realizar esse meu sonho,mas vou sonhando,dizem que sonhar não custa nada.Agradeço a Ka por ela compartilhar um pouquinho da vida nela conosco,muito obrigada Ka não só em meu nome mais em nome de todos que te seguem.Continue assim!Você é MARA!Obrigada
Cris Fonteles // setembro 11, 2009 às 10:30 am
Ka nós te amamos!
Karina Almeida // setembro 11, 2009 às 1:13 pm
CRIS,
nossa, fiquei até emocionada! brigadíssima! fico muito feliz de saber que o meu japão é de utilidade pública! hihihi… a ideia é essa mesmo! eu faço o possível para levar o japão até vocês. mesmo àqueles que moram aqui. afinal, o japão é pequeno mas tem muuuuuitas coisas, que nem todo mundo vê. eu mesma aprendo muito e me divirto com outros blogs. sem contar as amizades né! ganhei muuuuuitos amigos legais. também sinto que te conheço pessoalmente! brigadíssima sempre. bjinhos!
CARUSO,
amei seu comentário! maneiríssimo! hihihi… valeu mesmo! brigadíssima!
MARCELO,
brigadíssima! vou visitar seu site também ; )
JEFERSON,
vejo você por lá!
ALESSANDRO,
é só cadastrar seu email lá! ou então, eu deixo comentário no seu blog pra avisar! hihihi
NOTURNO,
hahaha… então te vejo lá no blog novo. no twitter não né. entendi. não tem problema. vou contar um segredo: o blog é o mais importante. pro twitter, eu não ligo muito :p
CRISTIANE,
legal! bem-vinda!
MADOKA,
essa ponte é demais! tóquio é linda né!
bjinhos, pessol!
asianclover // setembro 15, 2009 às 7:31 am
Oi, estava olhando blogs orientais e deparei com o seu.
Simplesmetne AMEI.
EStá de parabéns.
Mas gostaria de fazer uam pequena ropaganda… hahahah. Fiz um blog oriental, tento de falar um pouco de tudo: Músicas, filmes, culturas, artistas com relação a Coreia, China, Japão e Taiwan.
Então gostaria de pedir se poderia me afiliar ao seu blog e você ao meu?
Se não puder, tudo bem ^^
O meu blog é http://www.asianclover.wordpress.com
E todo apoio e ajuda será bem vinda.
AHhhh e eu pegarei rechos do seu blog e colocarei no meu, mas pode deixar que os créditos são todos seus, e eu o lincarei tbm =D
Obrigada.
Jenni
JapaJ // setembro 16, 2009 às 1:13 pm
Inacreditável! Esse dekassegui condena o japão e ao mesmo tempo protege e apoia os chineses e coreanos. Brasileiro torcendo para Argentina, q absurdo.
Sarah Almeida // setembro 22, 2009 às 9:37 am
Karina-sama! Que legal você escrever para “O Tempo”! Parabéns! já lia esse jornal, mas agora não vou perder nenhum! Um grande abraço e boa sorte!
Felix // setembro 30, 2009 às 10:38 pm
Pois é, o Japão não é um paraiso, tem muitos problemas humanos, No Japão as pessoas são solitárias porque constroem muros ao invés de pontes, muitas pessoas vivem sem apoio emocional e pscologico. Esse sistema impiedoso e insensível que só valoriza os vencedores está gerando pessas alienadas e materialistas. Os proprios japoneses admitem que a nação esta humanamente falido, sujugado e derrotado por fatores cultural e geopolitico. Mesmo assim amo Japão.
beatriz // outubro 3, 2009 às 3:01 am
COMO FAÇO PRA COMENTAR NO NOVO BLOG, EU POSTEI MAS NÃO VI MEU COMMENT…:(
NIPI // outubro 30, 2009 às 5:58 am
não consigo aceder ao novo site
NIPI // outubro 30, 2009 às 5:58 am
nao consigo ver o novo blog
Sidney Jr. Miranda // dezembro 15, 2009 às 3:45 pm
sou novo noo blog vou acomponhar as postagens!
João M. // janeiro 8, 2010 às 3:37 am
Olá, comecei a acompanhar seu blog ontem, e estou viciado.
Fiquei curioso com uma coisa, você é descendente de japonês? Se não, como conseguiu ir morar ae?
Elyene // janeiro 27, 2010 às 1:32 am
Oie
estou gostando d mais de conhcer “seu Japao”.
Eu sou minerinha tambem, mais as vezes acho q sou oriental de Tokio mesmo.
^^
Sou apaixonada por essa cultura, essas pessoas diferentes, nossa e´diferente d mais …eu acho.
Vontade de conhecer o japao =/
tah q meu comntario n foi muito util.. mais vou continuar vindo aq assim mesmo..
^^rs
obrigada pelas informaçoes do Japao, adoroo!