“A Boa Sorte de Dom Rodrigo” é o nome da radionovela produzida pela NHK em comemoração aos 400 anos de amizade entre o México e o Japão.
Foram dois capítulos de 15 minutos, transmitidos em ondas curtas (se não me engano na semana passada), e agora a novela está disponível no site da rádio, em português!
A história pode não ser (diretamente) nossa, mas isso não é motivo para deixarmos de conhecê-la.
Adorei ouvir uma radionovela – pela primeira vez, eu confesso – e saber que a amizade entre mexicanos e japoneses começou na praia que eu adoro: Onjuku, em Chiba (leia sobre esta praia aqui).
Agora entendi o que aquele cacto enorme com a placa Amigo Onjuku está fazendo lá. Tirei a foto acima em agosto de 2007.
Para ouvir a radionovela e ler o resumo da história em português, clique aqui.
A música mais tocada desta semana no Japão foi uma que eu adoro. Adoro porque é tema da minha (atual) novela favorita, Buzzer Beat.
O “dorama”, como dizem os japoneses, conta a história de amor de um jogador de basquete e uma violinista. Ele sonha em se casar com uma cheerleader (que é uma bruxa e trai o probrezinho com outro jogador).
Ela começa a namorar o técnico do time dele (que é um gato, por sinal). Mas está na cara que eles – o Naoki e a Riko – foram feitos um para o outro.
A música é do grupo B’z e se chama Ichibu to zenbu, algo como “A parte e o todo”. Alguém aí já ouviu?
(para ver o vídeo abaixo é preciso clicar na mensagem que aparece em japonês, depois do primeiro clique. É que o vídeo só pode ser visto na página do Youtube. Ou seja, cliquem novamente que dá para ver sim. Brigadíssima!)
Acordei hoje, às 5h da manhã, com a minha cama – aliás, futon – balançando levemente. Era o terremoto, que teve epicentro em Shizuoka, província bem longe da minha, Gunma (por isso, a balançada aqui foi leve).
Pelo que vi na TV, houve estragos materiais mas ninguém morreu ( 1 pessoa morreu) nem ficou gravemente ferido, ”apenas” 49 cem pessoas tiverem ferimentos leves.
Terremoto no Japão não é novidade, eu sei. Porém, dá medo saber que este pode ter relação com o tal grande terremoto de Tokai. Já falei dele aqui no blog. É um terremoto esperado há anos pelos japoneses e deve ser forte o suficiente para causar uma verdadeira destruição.
Para entender melhor que terremoto seria esse, vale a pena (re)ver uma reportagem do Fantástico de 19 de agosto de 2007:
À espera do terremoto
Você vai ver como o Japão está se preparando para um terremoto devastador. Eles já sabem onde o tremor vai acontecer e a intensidade que vai ter. Só não sabem quando ele virá.
E leia sobre o terremoto de hoje aqui e aqui. Se quiser relembrar os posts sobre terremoto no Meu Japão, clique aqui e aqui.
Apesar do susto com o terremoto, o que causou um estrago no Japão ontem foi o TUFÃO 9. Saiu uma nota na BBC Brasil aqui. O Ewerthon fez um boletim para a rádio da BBC, mas quem quiser ouvir tem de clicar logo aqui porque não fica disponível para sempre lá.
O brasileiro tem, basicamente, três maneiras de acompanhar as notícias sobre o Japão: em japonês (a ideal), em inglês (a quebra-galho) e em português (a salvação de quem não domina outro idioma).
O bom é que existem muitos blogs e alguns sites em português e resolvi listá-los aqui no Meu Japão. Reparem na lateral direita, criei duas listas de links: +Blogs sobre o Japão e Notícias em português.
Espero que gostem e conto com a ajuda de vocês para completá-las e manter as listas sempre atualizadas. Conhece outro blog sobre o Japão? Descobriu um site interessante com notícias em português? Conte pra gente!
Vale destacar o Inside Tokyo. O nome é em inglês, mas as notícias são em português. Muito legal! Sempre atualizado e cheio de notícias fresquinhas!
No Brasil, eu adorava ir às festas juninas para comer canjica e cocada. No Japão, eu adoro ir aos festivais de verão para comer a tal jagabataa (leia djagabata).
Não tem nada demais, mas é deliciosa. É uma batata assada (?) numa caixa de madeira e servida com manteiga, milho e sal.
No Festival de Oizumi deste ano, eu comi duas. Tirei várias fotos do festival, mas esqueci de fotografar a batata. Por isso, o jeito foi recorrer ao Mr. Google para não deixar curisoso quem nunca viu.
Vale lembrar que junto com a batata não vem colher, nem garfo. Temos de comer com palitinhos. É difícil, mas acaba ficando mais divertido.
A leitora Yanny (à esq. na foto) me fez pensar: vocês me conhecem, mas eu não conheço (todos) vocês! E adoraria conhecer.
Ela me viu numa festa junina – que na verdade foi em agosto. mais especificamente, ontem - na província de Ibaraki. Tomei um susto porque ela disse: posso tirar uma foto com você? E eu: comigo? Por quê? Ela: porque eu leio seu blog, desde antes de vir morar no Japão.
Achei super legal! Pena que não tivemos tempo de bater papo. Hoje, a Yanny me mandou a tal foto e agora eu peço a todos os leitores do (nosso) Meu Japão: por favor, pessoal, falem de vocês! Apresentem-se! Contem porque leem o Meu Japão! Por que têm interesse pelo Japão? Eu adoraria saber!
A Yanni já se apresentou:
Oie Karina,
Foi um prazer conhecer você. Antes mesmo de vir para o Japão procurei algumas curiosidades pessoais no google e encontrei o Meu Japão, fiquei fasscinada por algumas coisas que li e vi, virei fã. Dizia ao meu marido quando viessemos para cá iria te conhecer, que admiro o seu trabalho e conheci, fiquei muito feliz.
Obrigada pela foto! E não abandone o meu japão, mesmo quando estiver no Brasil!
O tornado passou por aqui na segunda-feira, dia 27. Mas acredito que muita gente (com exceção dos japoneses) ainda não tenha assistido aos vídeos que achei no Youtube.
Felizmente, ninguém morreu. “Apenas” 21 ficaram feridos, mas os estragos foram muitos e o susto, grande. Os japoneses já estão acostumados com tufões, mas com tornados acho que não.
Tatebayashi é uma cidade aqui pertinho da que eu moro, na província de Gunma, a noroeste de Tóquio. São apenas alguns minutinhos de trem. Que meda (@_@)!
A propósito, todo ano, o sul do Japão é castigado com enchentes. Desta vez, a província de Yamaguchi foi a mais atingida. Veja aqui.
Não sabe a diferença entre furacão, tufão e tornado? Eu também não lembrava, mas achei uma colinha no site da Folha de S. Paulo. Aí vai:
Furacão: vento circular forte, com velocidade igual ou superior a 119 km/h. Os furacões são os ciclones que surgem no mar do Caribe (oceano Atlântico) ou nos Estados Unidos. Giram no sentido horário (no hemisfério sul) ou anti-horário (no hemisfério norte) e medem de 200 km a 400 km de diâmetro. Sua curva se assemelha a uma parabólica.
Tufão: é o nome que se dá aos ciclones formados no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, entre julho e outubro. É o mesmo que furacão, só que na região equatorial do Oceano Pacífico. Os tufões surgem no mar da China e atingem o leste asiático.
Tornado: é o mais forte dos fenômenos meteorológicos, menor e mais intenso que os demais. Com alto poder de destruição, seus ventos atingem até 500 km/h. O tornado ocorre geralmente em zonas temperadas do hemisfério norte.
Eu sabia que existia uma Karina famosa aqui no Japão. Não tinha certeza se era japonesa mesmo ou se brasileira descendente de japoneses.
Pois agora soube que ela é uma modelo e atriz que eu adoro! Fiquei feliz de saber que a minha xará é gente boa e, tudo indica, que boa profissional também :p
Ela arrasou na novela Daisuki (veja o primeiro capítulo aqui), interpretando uma moça com deficiência mental.
No dia 1 de agosto, estreia a novela Kochi Kame, no canal da TBS, e ela também faz parte do elenco. A Karina ainda está estrelando a nova campanha da Shiseido e por isso todo dia a mocinha aparece na TV.
Hoje, ela foi a convidada do programa Hanamaru. Ela tomou café da manhã com os apresentadores e contou um pouquinho da vida dela.
Esperei até o final, para ver se descobria se ela tem uma gotinha de sangue brasileiro, mas ninguém tocou neste assunto.
Acho muita coincidência o nome dela ser Karina e as irmãs se chamarem Anna e Elena. Não são nomes japoneses e são muito comuns no Brasil, né. E para completar, ela nasceu em Nagoia, cidade com uma enorme concentração de brasileiros.
Tentei achar alguma pista na internet, mas não achei. Alguém aí poderia me ajudar? Afinal, a minha xará tem alguma ligação com o Brasil ou não? Ou com outro país, sei lá.