Mario Prata no Japão

Ele não sei se vem (eu adoraria!). Mas os livros dele vêm sim. Foi aqui que li Diário de Magro 2 (o Ewerthon me emprestou), vi o meu querido Minhas Mulheres e Meus Homens na biblioteca no jornal onde eu trabalho e é aqui que vou ler Purgatório, o novo livro do Mario Prata. Ainda não está nas minhas mãos, mas já encomendei.

É legal ter acesso a livros, revistas e jornais do Brasil, mesmo morando do outro lado do planeta. Melhor ainda é não gastar fortunas para ler essas coisas importadas. Vou pagar 2.900 ienes (R$ 44) pelo Purgatório, apenas R$ 5 a mais do que custa no Brasil. Tudo bem que tenho desconto, por trabalhar na empresa que traz esses livros pra cá. Quem não tem essa colher de chá tem que pagar uns R$ 15 a mais. Não é tãaaao caro assim!

Imagino os brasileiros que chegaram aqui, 20 anos atrás. Ou liam em japonês (tem muita gente que fala japonês, mas não sabe ler uma letrinha sequer). Ou liam em inglês. Ou não liam nada! Outra opção seria encomendar dos amigos e parentes no Brasil, mas imagino o custo.
Agora, além de jornais e revistas locais, e da internet, comprar livro e cia é a coisa mais fácil. E se não tem o que a gente quer, é só encomendar. O meu Purgatório chega em duas semanas 😀
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6 Respostas para “Mario Prata no Japão

  1. garrafa e mar

    Karina Almeida? Belo Horizonte? Trabalhando em jornal? Eu te conheço? Newton Paiva? Não pode ser …

  2. Óia eu aqui levantando a mãozinha! Não lia nada! Alías, eu fico imaginando como deve ser muiiito mais fácil viver no Japão nos dias de hoje do que na minha época! Ahh também acabei de comprar um livro de crônicas do Mario Prata. É o livro que ele fez na época que morou em Portugal 🙂

    bjs

  3. Acho que nunca li nda do Mario Prata…Eu sempre faço uma lista imensa de livros, mas acabo não lendo nm metade…Queria voltar na época do colégio em que 4 livros por mês era pouco…rsrsrs Se eu conseguir terminar de ler Mussashi (os dois volumes!! rs) vou procurar ler algum do Mario Prata!!

    Bjosss

  4. Sem dúvida, antes era difícil. Há 15 anos, a única escolha em Nagoya era o Maruzen, aquela livraria enorme no centro de Sakae, que tem livros do mundo todo. Mas em português, só os clássicos. 😦

  5. O Paulo esta certo. A unica opcao para a gente era o Maruzen. Uma das opcoes que tinhamos era encomendar revistas com os parentes do Brasil. Eles nos enviavam e se implantava o rodizio de revistas. Cada familia da pessoa que morava no meu predio ficava responsavel por comprar a revista numa determinada semana e o valor das despesas era rachado. Em uma semana a revista deveria circular em sete apartamentos. Era uma maneira de continuar mantendo contato com o Brasil. Sem duvida nenhuma hoje esta muito mais facil. A comecar pelo advento da internet. Mas isso ja eh outra hisoria.

  6. Karina Almeida

    oops, esqueci de responder! desculpa!!

    aih vai:

    PARA GARRAFA E MAR
    so errou uma coisinha: newton paiva 😛 na verdade eu estudei na fafi/uni-bh! e vc? vai ver a gente se conhece sim 🙂

    ah, bem-vindo ao meu japao! volte sempre viu 😉

    PARA MARCIA
    pois eh ne… hoje eh tao facil! tem de tudo aqui! ateh palito gina, acredita?? alias, vale um post ne. aguarde 😀

    ah, esse de portugual eu nao li 😦 mas um amigo JAPONES!!! me falou que eh otimo!

    PARA KARINA
    vc tem que ler! “o diario de um magro” eh o maximo! e vc le em meia hora! tb adoooooro o “minhas vidas passadas (a limpo)”. vc vai morrer de rir!

    PARA PAULO e VITOR
    agora vcs devem fazer a festa entao ne?! em nagoya, entao, uma beleza! livro e revista em port tem a rodo!

    bjinhos PARA TODOS 🙂

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