Favela High-tech

favelaAcabei de ler Favela High-tech, do meu conterrâneo  e colega de profissão Marco Lacerda. Sabia que ele não havia enchido o Japão de elogios, como eu costumo fazer, e por isso mesmo quis tanto este livro.

Não consegui comprar aqui, mas aproveitei a pergunta da Clara, que estava de malas quase prontas: “quer alguma coisa do Brasil?” E fiz o meu pedido. O livro, claro. Ela o encontrou, facilmente, num sebo de São Paulo. Que alegria!

Na Favela High-tech de Marco não tem sakura (as cerejeiras maravilhosas), a beleza do Monte Fuji, parques lindíssimos como o Shinjuku Gyoen, os japoneses que eu adoro, as delícias do choque cultural, nada disso que tem no Meu Japão.

O livro mostra o lado feio e sujo de Tóquio e da cultura japonesa. Não duvido que ele exista – e Deus queira que seja em proporção bem menor! -, mas acredito que de 1992 – época de Marco no Japão –  para cá, muita coisa tenha mudado. Especialmente, em relação à convivência com os estrangeiros.

Marco escreveu: Chris era o único estrangeiro, das dezenas que conheci, que vivia no Japão porque gostava, não porque precisasse. Eu vivo escrevendo: Amo o Japão e vou chorar muito no dia em que deixar o país (detalhe: sou estrangeira ‘pura’, sem uma gotinha sequer de sangue japonês!).

Marco também escreveu: O Japão do pós-guerra é um país de economia de primeira classe e um estilo de vida de quinta. Eu não paro de escrever: A vida de ‘pobre’ no Japão é uma maravilha! Como é bom morar no Primeiro Mundo!

Até deixei uma mensagem no blog dele, dizendo que somos 8 e 80. E acho que ele tem razão em muitas coisas. Por exemplo, quando fala dos clubes de imprensa daqui, que controlam as informações oficiais. Isso é verdade e triste!

E, apesar de ser fã declarada deste povo de olhinhos puxados, adorei a favela high-tech de Marco. O texto é livre, leve – mas chocante – e solto e conta a história de um americano e uma brasileira envolvidos com a máfia japonesa. A gente não consegue parar de ler! Pensei: quero escrever um livro tão legal como este (mas, claro, com uma visão bem mais cor-de-rosa!).

Eu recomendo (só para maiores de 18 anos). Leiam o Favela High-tech. Mas, lembrem-se: Tóquio é muito mais bonita e fascinante e a vida aqui – não só a minha! -, muito mais agradável e divertida. Pelo menos sob o meu olhar, nos anos 2004, 2005, 2006… (^o^)/

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19 Respostas para “Favela High-tech

  1. Não lí o livro, minha vida aqui no Japão não é um conto de fadas (principalmente agora com essa crise braba), mas sem dúvidas eu tenho muito mais elogios do que críticas a fazer, sobre o Japão e o povo japonês :-D! Fiquei curioso em saber o que o autor fala sobre o Japão, vou ver se consigo comprar o livro 😛

  2. Gostei do resumo. Desde meu tempo de faculdade eu já tinha ouvido falar desse livro, mas comprar e ler mesmo que é bom…nunca o fiz! Mas fiquei curioso também. Apesar de que, eu acho que cada um tem seu motivo de estar no Japão, assim como cada um tem uma história diferente e vivências igualmente distintas. Por que todos devem ter a mesma opinião? Todos devem detestar o Japão? Acho que você pode gostar do Japão enquanto que ele, não sei, ou até outra pessoa pode não gostar. As pessoas são diferentes! Maneiro, vou ver se leio esse livro também…

  3. li o livro há muito tempo e senti pena do autor, tanto pelos erros grosseiros( alguns propositais) quanto pelo ódio que ele sente pelo país e seu povo. como ele comentou num dos trechos do livro, um dos passatempos preferidos dos estrangeiros é “meter o pau” nos japoneses e seus costumes. esse foi o único objetivo dele ao escrever esse lixo. só para exemplificar: disse que a iniciação sexual dos garotos é feita com a mãe… lamentável. karina acho que vc foi muito diplomática com seu colega “escritor”. parabéns a vc e ao caruso por escreverem de forma séria, divertida e principalmente verdadeira.

  4. Karina eu morei em Sapporo do começo de 92 até meados de 93. Naquela época eu ouvia muito dizer que brasileiros que moravam na região de Tóquio eram muito discriminados, acho até que por causa de casos como esse de brasileiros que se envolviam com a máfia, mas não sei se por conta da região onde a gente morava, eu nunca sofri nenhum tipo de preconceito ou discriminação. É claro que existe seus prós e contras e que morar em outro país é completamente diferente de como fazer turismo, por exemplo. Mas sem a menor sombra de dúvida pra mim foi uma ótima experiência.

  5. PARA TODOS: gente, o AUGUSTO tem razão. Eu fui o mais diplomática possível porque não gosto de falar mal do trabalho dos outros – e o livro do Marco é realmente envolvente e marcante.

    Mas, também acho que há muitas coisas incoerentes com a cultura japonesa que eu conheço. Essa história da iniciação sexual dos garotos com a mãe foi a mais chocante de todas!

    Também acho que ele pega pesado em muitos outros pontos dos costumes japoneses – apesar de concordar que alguns não são pura invenção da cabeça dele.

    Enfim, eu só me preocupo com as pessoas que leram o livro dele e acham que o Japão é do jeito que ele descreveu. É claro que aqui tem máfia, tem prostituição, tem drogas, tem corrupção também, mas doeu ouvir que o estilo de vida no Japão é de quinta categoria.

    Eu acho de primeira! Sempre achei e a cada dia me apaixono ainda mais por este país e por este povo (^_^)v

    Ah, mais um detalhe: muita gente diz que os japoneses são infelizes, tristes. Nunca concordei com esse pensamento!

    Acho que sabem curtir a vida muito bem e, se a maioria é tímida, isso não tem nada a ver com infelicidade.

    Conheço vários japoneses/japonesas sempre sorridentes, alegres, divertidos e de bem com a vida! Mas, é claro, gente ranzinza tem em tudo quanto é lugar, inclusive no Brasil.

    ps: nossa, fiz outro post! Hihihi…

  6. Comprei esse livro a uns três dias, tô esperando chegar! Coincidência pouca é bobagem.
    Particularmente, quando eu estava fazendo a minha monografia, li dezenas de relatos, dos mais variados tipos (Não tinha conhecimento sobre a existência desse livro, uma pena.), cada um com seus extremismos, mas muitos mostravam um lado bem “dark” do Japão.
    Acredito, e isso ainda sem estudar da maneira ideal esse assunto em especifico, que existem uma série de pequenos fatores que, encadeados, e que acabam por fluir “naturalmente”, forma duas linhas básicas de pensamento quanto a vida no país estrangeiro (E não necessariamente o Japão).
    Quanto ao livro especificamente, pode ser um caso isolado. As resenhas que eu li apontam a isso, inclusive.
    Não acho que seja algo que mereça indignação, como parece ser o caso do Augusto, mas também não há nada de errado em reagir assim.
    Só há de se lembrar que não é ele o único que se refere ao Japão com um certo desdém, ou até, digamos, ódio. E, em geral, as pessoas não tomam esse tipo de atitude gratuitamente.
    Pela sua resenha, em especial, e os comentários daqui, imagino que, mesmo sendo um caso isolado, mereceria um belo estudo…
    Bom, vou esperar chegar o livro e ler! Aparentemente, foi uma boa aquisição! (Ainda mais por ter sido R$8,00)

  7. Ola Karina. Li Favela High Tech há 14 anos, ao chegar ao Japão. Frequentei os lugares que ele cita no livro e conheci pessoas que convivia com ele. Apesar de ele afirmar que trata-se de uma reportagem, acho que metade daquilo que ele escreveu é fantasioso, fruto de uma pessoa que não sabia diferenciar Tóquio de Chiba.
    Para começar, ele copia a Crônica de Uma Morte Anunciada e acha que Giotoko (Chiba) é Tokyo.

  8. Li um livro sobre o Japão (o livro era dos anos 70, acho) que só dizia coisas ruins, que o povo era um monobloco, todos iguais, que eles odiavam animais, inclusive relatava um monte de crueldades, que eles eram todos falsos… Não lembro direito o nome do livro, mas sei que me causou uma péssima impressão do Japão. Como faz muito tempo que li, acho que seu blog me ajuda a tirar as impressões ruins que eu tinha. 😉
    É difícil para a gente que está no Brasil julgar ou tirar conclusões.
    O livro que você citou, é uma obra fictícia, né? Então não podemos dar todos os créditos. Coisas ruins e boas tem em qualquer parte, até mesmo dentro dos seres humanos. Abraços.

  9. Há muitos anos li este livro. Realmente, é o tipo de livro difícil de largar. Queria muito que fosse totalmente ficção, pois aí iria adorar. O problema é que o autor “vende” o livro como peça jornalística e aí é que a coisa complica. Existe um outro livro chamado “Nove Noites”, de Bernardo Carvalho e você termina o livro sem muita idéia do que foi ficção, do que foi jornalismo. Mas ele joga o tempo todo desta forma. “Favela high tech” seria real.

    Mas achei que o autor “forçou” demais algumas coisas… Parecia que ele mesmo praticava o “Japan bashing” (meter-o-pau-no-Japão). Fiquei intrigado com a pouca polêmica gerada ao redor do livro… Eu não sei se ele fizesse um livro falando da mesma forma de alguns outros países , a mídia iria ficar tão calada. Talvez tenha sido a melhor solução: pouca gente mais ouviu falar do que realmente leu o livro.

    *********

    Muito mais impactante para mim foi o “Corações Sujos” de Fernando Morais. Embora não fale do Japão e sim de japoneses no Brasil. O final do livro que descreve os fatos ocorridos em Mirassol (se não me engano) me trouxe uma série de sentimentos completamente contraditórios. Eu não consegui avaliar aquilo até hoje e é uma história que me perturba e me inquieta.

  10. Eu li o livro assim que foi lancado. Concordo que metade do que o Lacerda diz eh verdade e a outra metade eh fantasia para poder vender o livro.
    Eu, atualmente, tambem estou escrevendo um livro cuja estoria tambem se passa no Japao mas com uma tematica totalmente diferente.

  11. Na verdade a situação só piorou!

    O racismo, discriminação e a xenofobia é comum.

  12. A REALIDADE E QUE TODOS OS PAISES
    SÃO IGUAIS AO JAPÃO NENHUM QUER
    ADMITIR. AQUI NO BRASIL OU EUA TEM
    DROGAS, SEXO E TUDO QUE NÃO PRESTA
    “HIPOCRISIA”

  13. Há anos queli o livro, gostei muito mas também acho que o autor exagerou um bocado nas situações. Aquela história de que todo executivo, religiosamente, ao final de um dia de trabalho tem que sair com os colegas para se divertir em boate (sob pena de lhe fazerem alguma fofoca) é muita fantasia.

  14. paulo shimabukuro

    li o livro e adorei a historia , vivo no japao a 18 anos, e por mais cruel que a historia seja e verdadeira , a imprensa e que nao divulga,quem vive a noite no japao sabe do que falo , as coisas que acontece…. existe dois japao aquele que e visto pelo mundo como um pais seguro de se morar e o japao dominado pela mafia , esse sim e cruel …

  15. Muita coisa descrita no livro é verdadeira, só não concordo com o assunto da iniciação sexual.
    Fui morar no Japão em março de 1990. A Yakusa controla toda a prostituição e drogas do país.
    Tem sim o seu lado bom e apesar de morar no Brasil agora tenho muita saudades do Japão.
    Muitos amigos meus se envolveram com prostituição e tráfico no Japão e a vida não difere muito do que descreve o livro. Era tão tão fácil de se conseguir drogas de todo tipo que muitos brasileiros até formaram quadrilhas pra vender drogas.
    Sem falar nas gangues de brasileiros ladrões de som de carros.
    Hoje a discriminação que algumas regiões do Japão tem a respeito de estrangeiros, em particular brasileiros é por causa desses poucos que resolveram trilhar o lado negro do Japão.
    Infelizmente presenciei amigos se viciarem, sumirem por conta da máfia e alguns estão presos no Japão até hoje…

  16. muita treta este livro.

  17. Li a obra de Marco Lacerda quando morava no Japão em 93 e é fato que o Japão que vemos não é o Japão que existe, principalmente pelo fato de os olhares serem marcados pelas subjetividade do que contempla o objeto. Concordo com Marco que o Japão não é as mil maravilhas que os ocidentais imaginam que é (na verdade isso me intriga, como conseguiram esta façanha?). Ouço relatos de brasileiros e estrangeiros e muitos se mostram fascinados pela terra, cultura e povo do Sol Nascente. Contudo nem tudo é subjetividade, vale a pena olhar para o IDH japonês e compará-lo com o do Canadá, por exemplo.
    Este livro marcou minha passagem enquanto habitante no Japão. Como tenho japoneses (do Japão) como familiares, sei que realmente nem tudo é o que pode parecer ser. De qualquer forma, concordo que a obra do Marco poderia ser escrita por um estrangeiro que morassr no Brasil hoje ou em qualquer outro lugar do mundo. Bem como por outro brasileiro que faça um caminho semelhante ao do Marco.

  18. Bom eu não falo muito português espero escrever de forma que compreenda . O livro realmente tem erros mas tudo que ele escreveu existe sim . São fatos que só voce entrar no mundo ¨Favela High-tech¨ , Drogas, Mafia, Grandes empresas e prostituição é que sabe que realmente essa matéria ou livro é uma verdade. Sei pois Eu sou um fato real de que tudo isso acontece. Mas Somos discretos e principalmente não somos de ficar fazendo show ou ficar divulgar a nossa vergonha. O único erro desse escritor foi generalizar os japoneses, tipo as mães inicializam o sexo com seu filhos, Existe sim mas é um costume dos antigos bem antigos e de uns certo clãs que alguns mafias mais rigorosas e tradicionais ainda aceitam esse tipo de tratamento cultural, por acharem ser natural. Coisa que passam de pai para filhos. Mas isso como ele descobriu nem imagino pois não se é divulgado e nem falado principalmente por ser estrangeiro. É uma informação que morre com ela. Uma Família tradicional japonesa não gosta de estrangeiros isso é um fato . que com decorrer dos anos esta virando passado. Minha família e tradicional sou filha de uma estrangeira e minha mãe foi aceita depois de 10 anos do meu nascimento. Sou Hafu mestiça e tenho hoje 36 anos . Sou aceita pois sou bonita e inteligente se fosse feia e burra era provável l que me aceitariam só depois que tivesse um filho homem ou com tanta modernidade acho que me aceitariam hoje. Hoje moro no Brasil finjo ser brasileira em alguns momentos. Mas Sendo mãe de uma linda filha de 14 anos vejo que meu carácter e a minha criação não foram esquecidos. Amo meu pais sempre vou amar mas sei que o lado abscuro do japão existe sim mas não é para todos . Uns nascem com esse destino como eu nasci mas sempre tem jeito para sair se voce não quer .. Nós fazemos o nosso destino e não é por meio de uma cultura milenar e arcaica que vamos submeter a viver uma vida igual dos nossos pais. Minha família Eu e Milha filha tiramos os laços do tradicional milenar da criação de Gueixa e máfia de um clã conhecido para poucos que não ouso a mencionar . Fuji para viver uma vida livre sem ter que me submeter a todos os procedimentos de uma Gueixa ¨ Mulher do Prazer¨. Mas não excluo o que aprendi a arte da sedução, a arte de amar me ajudou muito no Brasil. E passo esse ensinamento para minha filha . Ou seja não pense que nós gueixas somos umas lindas imagens para tirar fotos somos mais que isso somos criadas para ser a melhores em ralação a todos os requisitos tanto na casa , na economia e principalmente como saciar um homem. é Haro alguem dizer que conheceu uma gueixa pois voce não as conhecem voce e escolido por elas não ficam nos snackbar elas são da alta sociedade . Somos respeitadas de formas mas grandiosas pois temos o poder .As meninas de Snacbar quando elas tem ascesso a máfia e são aceitas tentam aprender a formula de conquistar os homens . Na verade toda mulher saber conquistar um homem o problema que elas não sabem e utilizar esse don divino que temos. falta pratica eu digo… Drogas, Prostituição, Vendas de Mulheres, Tudo isso que esse rapaz escrevei tem sim como tem no Brasil , Ví meninas de 10 anos se prostituindo ou o proprio pai e mãe vendendo sua filha ou filhos . É pura hipocrisia de parte de voces de Floriar aquilo que ve… É Horrivel é. mas não só no japão mas na Europa nos EUA, Brasil todos tem só que é restrito . E as vezes vasa nas reportagens que logo a Midia trata de camuflar as informaçoes ou acaba pegando alguns laranjas para serem a isca. Mortes acontecem todos os dias de formas que ninguém sabe o paradeiro e nunca iram saber. Tenho irmã que dona do snack bar por ter sido expulsa da familia o tragico fim dela e trabalhar no snack bar hoje ela é conformada e vive feliz como uma mama san . Histórias como da menina do livro é o que mas acontece no snackbar. é fato. Eu não sou mais uma gueixa e fui expulsa mas antes de ser queima de arquivo fuji para este pais que é lindo e me acolheu. vivo com minha filha que ama o japão mas não podemos pisar no pais ela sabe da metade da historia de minha familia mas sabe que se ela for não votara mas e ficamos vivendo aqui como cidadas basileiras , em harmonia e invisíveis para minha familia. e assim sera . Aqueles que conhecem o lado Bom do japão que continue gostando pois o lado ruim é para poucos . Nem sempre é aberto em um livro…. Abraços espero que compreendam o que escrevi e o porque escrevi. para que não cretique esse rapaz que conseguiu informaçoes que são para poucos saberem e ainda estarem vivos. óbvio que meu e-mail e ficticio e que meu nome tabém será .

  19. O Brasil não é melhor que o Japão, óbvio. Mas não era tão óbvio que o Japão não era melhor que o Brasil. Só ouço coisas boas sobra a terra do sol nascente.
    Foi uma surpresa ler sobre uma realidade que eu não imaginava de um povo tão evoluido.
    O chocante não é que algumas coisas relatadas são fantasiosas, mas saber que algumas delas é verdadeira.
    O sistema penitenciário japonês em 1992 era realmente daquele jeito? Continua sendo assim? A justiça de lá é a mesma droga da nossa?
    A mulher ainda é tratada como objeto de uso pessoal? A japonesa aceita isto?
    Ainda há tolerância a esta forte intolerância a estrangeiros?
    Que o Japão é maravilhoso e um dos melhores lugares para uma pessoa viver não há dúvida, mas o autor do livro faz uma provocação exagerando para o outro lado na esperança de vender o livro e, principalmente, chamar o leitor a uma reflexão sobre alguns pontos que o povo japonês deveria esclarecer.

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