Passeata inédita de brasileiros em Tóquio

dsc_0386A passeata SOS Comunidade foi no domingo, mas só hoje assisti ao vídeo no site da BBC Brasil (clique aqui).

É um momento histórico da comunidade brasileira no Japão e fiquei feliz de ver dois grandes amigos lá: o Ewerthon, que fez a reportagem (texto aqui), e o Caruso (do blog Muito Japão), empolgadíssimo no meio do povo.

Os chamados “dekasseguis” vêm em busca de uma vida melhor, financeiramente estável, e muitos estão sem emprego, sem teto e com dificuldade até para comprar comida!

Tomara que a passeata tenha feito barulho suficiente para chamar a atenção não só das autoridades, mas de todos!

São mais de 317 mil brasileiros aqui, a maioria nas fábricas de autopeças, eletrônicos e cia, e a crise econômica mundial tem causado grande estrago.

No site da BBC Brasil, tem ainda outras reportagens sobre os efeitos da crise na comunidade brasileira do Japão. Leia aquiaqui.

ps: eu não pude ir, mas soube que haverá outras 2 manifestações, em Nagóia e em Gunma, e terei mais uma chance (só a de Gunma, pois Nagóia está muito longe de mim) de participar (^_^)v

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19 Respostas para “Passeata inédita de brasileiros em Tóquio

  1. Achei que tinha pouca gente, mas acho que eh um começo. Espero que nas manifestacoes de Nagoya e Gunma tenham mais brasileiros…
    Qto ao video, que vergonha!!

  2. Eu pensei seriamente em ir ao evento. Mas como não achei ninguém para ir também, acabei ficando em casa. Meus parabéns ao pessoal que resolveu participar. Tenho certeza que o governo japonês passa a prestar mais atenção na comunidade brasileira depois de cada passeata como essa. 😛

  3. ok que se manifestem, mas que tipo de planejamento essas pessoas fizeram? tipo ficar sem dinheiro pra comida poucos meses depois de perder o emprego?
    Nao ter dinheiro pra voltar pro brasil? Eh o minimo ter um plano B.

    So nao entendi pq dessa passeata… Pra pedir emprego? Seria a mesma coisa no brasil, aparecer um monte de bolivianos protestando por emprego no brasil…

    Como todos ja devem ter pecebido, brasileiro eh mao de obra barata e descartavel, muito mais que os chineses.

  4. Esta crise é diferente das outras, pois as indústrias tomaram um decisão rápida.
    Porém, também não adianta reclamar, pois é uma questão para os administradores e acionistas cuidarem da sobrevivência da empresa.
    Um coisa que me deixa surpreso é a quantidade de pessoas que dizem estar passando fome e sem condições de voltar ao Brasil.
    Isso contradiz os objetivos de virem ao Japão, ou seja, de poupar para poder voltar. Aonde está esta poupança?!?!? Ou será que os noticiários só mostram alguns casos amostrais e generalizam?
    O setor de alimentos está bem e contratando. Só que na época das vacas gordas, o pessoal ao invés de buscar algo mais estável, pois todo mundo come, preferiu ganhar mais. Não é errado, mas foi o risco que tomaram ao decidirem por setores que tradicionalmente demintem e a rotatividade é alta.
    Está faltando emprego até para os japoneses…

  5. PESSOAL,

    na minha opinião, o que acontece é que as pessoas passam a ter acesso a um monte de coisas que dificilmente teriam no brasil.

    um operário de fábrica no japão pode andar de carro novo (tem gente de bmw – não nova – aqui!), viajar para o exterior, comprar uma TV gigante e supermorderna, videogame, roupas de marcas famosas e tudo mais.

    por isso, fica cada vez mais difícil guardar dinheiro e muitos acabam adiando para só deus sabe quando o sonho de voltar ao brasil e abrir um negócio lá.

    sem contar o fato de que muitos se casam aqui, têm filhos e aí passa a ser quase impossível poupar!

    tem mais um detalhe: os anos vão passando, as pessoas se esquecem de se aperfeiçoar, estudar, crescer profissionalmente e a chance de se dar bem no brasil vai só diminuindo.

    é uma questão muito complexa!

    só mais uma coisinha: a passeata tem o papel de reivindicar os direitos dos trabalhadores. aqui, os estrangeiros têm de pagar todos os impostos (mas na verdade, grande parte não paga!), mas não tem todos os direitos que os japoneses têm.

    essa é uma reinvindicação válida! mas as pessoas têm de lembrar que não é o governo japonês que vai resolver a situação de cada um. é preciso planejar a vida e crescer profissionalmente, né?

    ó céus, o que será da comunidade brasileira no japão?

  6. Se eu fosse aquele cara que estava saindo em um bloco de carnaval, mas havia dito a esposa que a viagem a Toquio era simplesmente a trabalho, eu estava ferrado!!!hahahaha… Ate minha mae no Brasil disse que me viu!!! hahaha… Sou eu mesmo na imagem!! Nao nego. Fui em solidariedade aos compatriotas que estao passando por um momento – espero eu que seja momentaneo – dificil, muito dificil. Sei que esta faltando emprego ate para os japoneses e para muita gente em todo o mundo, mas ja que nao posso fazer muita coisa, achei que a minha presenca – minha garganta – e participacao na passeata de brasileiros em Toquio seriam de alguma valia. Espero ter ajudado de alguma forma e que essa situacao melhore, nao so para os brasileiros, mas para todos que estao passando necessidades, independente de raca, cor ou credo.

  7. O fato é que criticar é fácil, mas se ninguém arregaçar as mangas pra batalhar neguinho não sai do lugar, não avança. Como você disse, vários fatores influenciam para que várias pessoas não tenham condições de voltar ao Brasil imediatamente e acabam passando necessidades nessa terrinha. Cada um tem seus problemas e apenas apontá-los mostrando onde errou não ajuda em nada.
    Queria ter participado mas pra mim é inviável me deslocar até Tokyo pra participar de uma passeata nesse frio com 2 crianças pequenas, apesar da situação aqui em casa não ser tão calamitosa, acho que não custa dar um apoio, não é?
    Espero que essa situação não demore muito pra melhorar.

  8. Corte de vagas supera até mesmo o pior dos EUA no ano passado
    Na Folha:
    O corte de 654 mil vagas registrado pelo Caged em dezembro do ano passado não encontra, em termos nominais, comparação com nenhum dos realizados pelas principais economias desde o agravamento da crise, há quatro meses. Nem mesmo os EUA, que são o centro da crise e têm uma população superior à brasileira, tiveram mais vagas eliminadas.
    No seu pior momento, em novembro do ano passado, o mercado de trabalho norte-americano viu 584 mil vagas deixarem de existir, o sexto maior corte em 59 anos e que era o maior até então entre as principais economias mundiais (levando em conta alguns parâmetros como a confiabilidade e a regularidade dos dados, o que exclui, por exemplo, a China).
    E a redução americana é a única que se aproxima da enfrentada pela economia brasileira -sempre em termos nominais. Na Espanha, que tem a maior taxa de desemprego da Europa, 193 mil vagas foram perdidas em outubro, no maior corte de 2008. Na principal economia europeia, a alemã, o pior mês foi novembro: 114 mil vagas eliminadas. No México e no Japão, os maiores cortes também ficaram distantes do brasileiro: aproximadamente 160 mil postos de trabalho.

    Deu na Folha, convido os manifestantes a pensar o que ocorre no Brasil do Presidente Lulla ( presidente que bate no peito vangloriando que não lê jornais e livros….)

  9. E uma situacao extremamente delicada essa dos dekasseguis aqui. O fato e que pra se juntar dinheiro, voce tem que ter uma vida quase que miseravel no Japao. Digo isso porque essa semana aqui em Sapporo esta sendo um exemplo claro disso pra mim. Dessa vez estou fazendo coisas e frequentando lugares que nunca fiz antes, porque como nossa intencao era guardar dinheiro, nao sobrava pra mais nada… Enfim, estou me divertindo muito e e uma pena que ja estou indo embora, mas o okane ja foi todo embora e o cartao de credito ta explodindo 🙂

    beijos

  10. País tem perda de 654 mil empregos formais em dezembro

    Segundo dados do Caged, resultado é o pior em quase dez anos.
    Em todo ano de 2008, porém, foram criadas 1,45 milhão de vagas.

    Alexandro Martello Do G1, em Brasília

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    Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Ministério do Trabalho, revelam que houve o fechamento de 654 mil postos de emprego com carteira assinada no mês de dezembro.

    “Já é um efeito forte da crise (…) Nos desagrada. Ninguém pode ficar feliz com resultado negativo. O presidente Lula ficou muito preocupado. Ele ouviu, e está ouvindo, todos os setores para melhorar isso”, disse o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Questionado se a crise seria uma “marolinha”, como afirmou Lula no passado, o ministro do Trabalho retrucou que “toda onda acaba em espuma”. “É só ter paciência”, disse.

    O número de demissões de dezembro representa o pior resultado desde maio de 1999, quando teve início a série histórica disponibilizada pelo governo. Até o momento, o pior desempenho do emprego formal havia sido registrado em dezembro de 2004, quando houve o fechamento de 352 mil vagas formais de trabalho.

    O Ministério do Trabalho lembra que os meses de dezembro tradicionalmente já apresentam fechamento de vagas. De acordo com os números da série histórica, normalmente o resultado fica negativo entre 225 mil e cerca de 350 mil. Em 2008, entretanto, o cenário ficou pior por conta da crise financeira internacional, que está diminuindo o nível da atividade econômica, e resultou em mais demissões.

    Setores

    Somente a indústria de transformação foi a responsável pelo fechamento de 273 mil vagas em dezembro, ou seja, foi o setor que mais demitiu no mês passado. “A indústria é o setor mais afetado pela crise, pelo alto estoque e pelas contratações realizadas ao longo de 2008”, explicou Lupi.

    O setor de Serviços, porém, fechou 117 mil vagas em dezembro, a construção civil demitiu 82,4 mil pessoas, enquanto o Comércio fechou 15 mil vagas. Já a agropecuária demitiu 134 mil pessoas em dezembro – consequência da falta de linhas de crédito. “Todos os setores fecharam vagas em dezembro”, notou o ministro Lupi.

    Acumulado de 2008

    Os dados do Caged mostram ainda que o resultado de dezembro prejudicou os números de todo o ano passado. No acumulado de janeiro a outubro, foram criados mais de 2,1 milhões de postos formais de emprego.

    Com o fechamento de cerca de 40 mil vagas em novembro, e de outros 652 mil postos de trabalho em dezembro, o número de empregos criados em todo o ano passado recuou para 1,45 milhão de vagas no ano de 2008 fechado.

    Contra o ano de 2007, quando foram criadas 1,61 milhão de empregos com carteira assinada, ainda recorde histórico, houve uma queda de 10,2%. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, também foi registrado recuo frente ao ano de 2004, quando foram abertas 1,52 milhão de vagas formais.

    Expectativa para 2009

    Para o ano de 2009, o ministro do Trabalho manteve a previsão de que serão criados 1,5 milhão de empregos formais, superando assim o ano de 2008.

    Segundo ele, os meses de janeiro e fevereiro de 2009 deverão ser “fracos” – mas, mesmo assim, registrarão abertura de vagas. Entretanto, ele prevê uma retomada mais forte do emprego formal de março em diante.

    “O grande foco é a indústria de transformação. Temos que trabalhar fortemente para construir políticas para estea área. A redução do IPI para a compra de automóveis se mostrou boa, pois a venda, nos quinze primeiros dias deste ano, está similar à de igual período de 2008”, disse Lupi.

    Segundo o ministro do Trabalho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está estudando que tipos de medidas poderão ser adotadas setorialmente. “As medidas serão focadas em geração de emprego”, disse ele, informando que o presidente Lula já estava ciente do forte fechamento de vagas em dezembro.

    Lupi acrescentou ainda ter “certeza” de que o BC reduzirá os juros neste ano. “Mas não adiante se os bancos não acompanharem. Eles estão aumentando os juros por causa do que consideram ser um cenário de mais risco. Estão cobrando taxas abusivas”, concluiu ele.

  11. Karina, vou jogar luz sobre um outro ponto, tentando não fugir do assunto. Fiquei muito desanimado com os “organizadores” da passeata daqui de Nagóia. Na reunião, fiquei bobo de ver que as pessoas mais animadas e determinadas a fazer acontecer eram japonesas. Os “líderes” da comunidade, ou ao menos são chamados assim na mídia, participaram da reunião com seus sorrisos amarelos, deixando claro que não seria interessante para eles a exposição de sua imagem ou empresa na passeata. Queriam sim, reunir o maior número de brasileiros, mas quando um empresário japonês (que inclusive já confeccionou seu cartaz para a passeata com os dizerem “Brasileiro também é gente!”) sugeriu que eles, como líderes da comunidade, deveriam estar na linha de frente da manifestação… Foi, para dizer o mínimo, deprimente.

    Não por isso, mas apesar disso, vou participar e tentar contribuir da melhor forma que eu puder.

  12. Concordo com a Márcia. Para juntar dinheiro aqui no Japão é preciso ter uma vida quase que miserável…

  13. Deve ter sido tudo tão lindo né…
    saudades
    bjoo e apareça

  14. Karina adorei o seu recadinho no muito japão 2,não fique triste eu não te abandonei.Foi por sua culpa que eu conheci o Caruso,vc está no meu coraçãozinho.Adoro o seu Blog e suas reportagens sobre o Japão.Meu maior sonho é morar no Japão,esse país é maravilhoso.Um dia quem sabe eu não realize o meu sonho.Beijos pra vc e que vc sempre continue com essas lindas reportagens.Páz,saúde e sucesso e que vc seja muito feliz aí no Japão.Que inveja de vc,como eu gostaria de estar aí.Aproveite por mim,beijos e te adoro!

  15. CRIS FONTELES,
    hihihi… não fiquei triste não! fico feliz de ver os leitores aproveitando as dicas do blog. e se você quer tanto vir pra cá, saiba que não é tão difícil quanto a gente imagina. sempre tem um jeitinho. torço por você! bjinhos (^_^)v

  16. nossa, karina, nao sabia dessas manifestacoes nao, mas nao entendi bem o objetivo. como muitas pessoas disseram, essas pessoas que dizem estar passando fome, com certeza eh por falta de planejamento.
    sou dekassegi mas meu caso pode ser um pouco diferente da maioria, uma vez que eu estou aqui porque quero e nao por necessidade. nao tenho dividas, nem familia para sustentar, mas nem por isso eu deixo de guardar dinheiro. e SEMPRE tenho reservado o valor pra uma passagem de volta ao brasil.
    infelizmente eu acho que para essas pessoas desempregadas nao ha muito a ser feito a nao ser voltar para o brasil mesmo (como muitos amigos meus ja fizeram). porque continuar aqui nao dah certo nao… emprego nao vai surgir tao cedo. trabalho com alimentos e apesar de estarmos todos com emprego garantido, sei que a empreiteira parou de contratar por enquanto porque a procura estava muito grande!… mas por outro lado, aconteceu uma coisa “interessante” na fabrica onde trabalho. semana passada contrataram cerca de 10 filipinas por uma outra empreiteira. dizem que elas vao receber um salario ainda mais baixo que o nosso!…

  17. Aqui na Espanha a crise também está passando fatura. O desemprego já está quase chegando a 20% da população ativa. E claro, os imigrantes são os mais afetados. Concordo completamente com a Karina quando diz que é uma reivindicação válida. A imigração sustenta a economia de muitos países no mundo e os trabalhadores não são valorizados, apesar de pagar os impostos como todo cidadão do país. Aqui na Espanha, por exemplo, sem os imigrantes a Seguridade Social não teria condições de manter as aposentadorias dos espanhóis. Eles devem ter ou não ter os mesmos direitos???

  18. Karina-san
    Nos da SOS Community agradecemos muito pelos comentarios …
    A Passeata teve efeito positivo.
    No dia 30 de janeiro, o gabinete do primeiro ministro Taro Aso divulgou que estuda várias medidas para ajudar os estrangeiros.
    1. Educacao
    2. Emprego
    3. Moradia
    4. Apoio p retornar ao pais
    5. Informacoes

    O documento nw esta traduzido (30/01/2009):
    http://brasilstones.cocolog-nifty.com/blog/files/gaikokujintaisaku20090130.pdf

    FNN News (30/01/2009):

    The Japan Times (31/01/2009):
    http://search.japantimes.co.jp/print/nn20090131f2.html

    Apelo feito a sociedade na passeata (traduzido em portugues 18/01/2009):
    http://brasilstones.cocolog-nifty.com/blog/files/SOSCommunity2009YP.pdf

  19. luís henrique

    Olá Karina , Saudações a vocês desde aqui, Sampa .

    Fico orgulhoso como cidadão brasileiro ver vocês aí nessa Marcha de Protesto, chamando atenção da Mídia e acordando a sociedade japonesa e autoridades ,para esse grave problema que estão passando no momento .

    Meu filho, Christian Kobayashi ,está aí , embora com um prob. a mais, tem um filho,nascido em solo japonês e a mãe da criança separou-se dele e êle triste e apreensivo ,se terá que retornar ao Brasil
    não tem um aconselhamento assistencial
    do governo para que êle possa permanecer
    no país para a formação da criança (2anos e meio) e conscientizar a mãe da importância
    da presença do pai junto ao filho .

    Como disse Yamamoto , o gabinete do primeiro
    Ministro Taro Aso se comprometeu a estudo
    de ajuda aos brasileiros , em Educação ,Emprego
    (que é a base dos problemas), Moradia , e Apoio
    para retornar ao país ..
    Mas, e àqueles que precisam ficar no Japão
    como neste caso , para assistência familiar
    condigna ao filho que nasceu aí em solo japonês
    e está prestes a ter o pai retornando ao Brasil ..

    Ñ estou querendo colocar o caso em particular
    acima do problema do desemprego , mas vejo
    como inserido no conjunto da crucial questão .

    Penso ser preciso , enquanto se estudam medidas para a recolocação ao trabalho ,
    enquanto as medidas não surtam o efeito
    imediato, que a situação exige , que o Governo
    disponibilize assistência alimentícia a quem
    precise , assistência psicológica e social ,
    e como no caso de meu filho , assistência
    tb. para o bem estar familiar .

    Acho que a próxima passeata está marcada
    para o dia 15 .

    Meu Grito de Banzai! a vocês nessa Luta !
    E como diziam os ancestrais, Banzei !
    Muitos sóis no caminho de vocês , com o fruto
    do trabalho digno que vocês brasileiros aí
    merecem .

    Banzei !
    Que a ‘ Chuva Abençoada!’ desça até vocês
    para contemplar suas reinvidicações .
    Não só de trabalho , mas tb. por mais dignidade
    aos dekasseguis brasileiros no convívio pleno
    com a sociedade japonêsa.

    Abraços e BjOs , a vocês .
    . estarei acompanhando aqui do Brasil .
    Ombros Dados, na Luta!
    (cidade de são paulo, 8 , fevereiro , 2009)
    _ _ _

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